Gamer Files

Você é o que você joga!

Todos nós ouvimos coisas toscas, em todo lugar, certo? Seja na escola, no trabalho, na rua, na feira, no Orkut...
Obviamente, não é diferente com os games.Sempre tem aquele colega chatão que fala alguma pérola de vez em quando, alguma coisa que faz você soltar aquele "¬¬" ou desmaiar, seja de vergonha ou de tanto dar risada.
Aqui vão algumas situações cômicas/tristes/estranhas mais comuns:

5-Miles "Quem??" Prower
É...sempre tem alguém que fica boiando se, em algum momento da conversa o nome Miles Prower é pronunciado.O negócio é que esse é o nome do Tails, por mais chique que seja, para uma raposa.E devemos aceitar esse fato...!

4-"O Samus"
Quem nunca ouviu alguém falar, dar a entender, ou pensar, que Samus é um homem...?Essa é muito comum no Orkut e lugares do tipo.Então,ainda têm gente que não deve conhecer a Zero Suit Samus!

3-O Mario Verde
Sempre tem alguém que te vê jogando Mario (ou joga) falando que o Luigi é o "Mario Verde", ou "Vestido de verde"...Qual é, eles nem são tão parecidos assim...são?!

2-Pérolas de Flipper
...cujo alvo, em sua maioria, é Street Fighter.Faz parte da magia (??!) do fliperama usar nomes "alternativos"...seja os milhares existentes para Hadouken, ou "Alex Full" ;ou para os personagens, "Macumba", "Lobei"...ah, são vários.

1-"Aquele menino, o Zelda"
Essa pérola todo mundo já ouviu, e deve ser a pior.Ninguém sabe ao certo por quê isso acontece tanto...achar que o nome do Link é "Zelda", por este ser o nome da série, ou por algum outro motivo misterioso.Só sabemos que isso chega a dar arrepios, ou raiva, loucura...tudo junto, difícil explicar. ;D

Games de terror se tornaram mais previsíveis do que encontrar um congestionamento em São Paulo. Poucos são os games do gênero que realmente impressionam e conseguem oferecer uma experiência que foge do padrão tiros/ sangue/ zumbis. Um dos games que consegue se destoar desse mar de mesmice é Echo Night: Beyond, segundo game da série que saiu para o Playstation 2 em 2004.

Uma trama imponente

A primeira meia hora de Beyond é muito fraca. A impressão é que o game vai se arrastar até o fim. Mas surpreendentemente, a trama decola e temos a impressão de estar jogando um verdadeiro filme interativo. Beyond começa com o protagonista preso em um ônibus espacial acidentado dentro de uma estação espacial na Lua. Sem memória, ele decide fazer o reconhecimento do local... E é aí que as coisas começam a acontecer. Espécies de fantasmas tomaram conta do local e cabe a você descobrir de onde eles vieram e mandá-los de volta para seu local de origem.

Um game tenso.

A principal característica do game é que ele não é em momento nenhum um game veloz e cheio de coisas pra fazer. Como seu personagem está em lugar de gravidade menor que na Terra e vestido com uma vestimenta de astronauta, a movimentação é extremamente lenta. O que era para se tornar um defeito acaba depondo a favor no fim: essa lentidão torna o game muito tenso, deixando o jogador sempre com expectativas do que vai encontrar na próxima porta.

A visão apresentada ao jogador é em primeira pessoa e não há existência de combates. O foco do game está na solução de puzzles e no desenrolar do excelente enredo. O vazio causado pela velocidade com que tudo se desenrola combina perfeitamente com essa temática espacial dando a sensação de que você está sozinho em um ambiente insólito, difícil.

Visual e som bons....

Visualmente, Beyond consegue construir perfeitamente essa temática espacial. Quase todo o cenário é construído em tons de preto, branco e cinza e sem muitos elementos espalhados pelo cenário o que dá realmente essa noção de estar na Lua. A movimentação do personagem como já foi dita, é lenta e exige dedicação, mas completa o clima. Já a trilha sonora rouba a cena. As canções combinam perfeitamente com os acontecimentos, a dublagem ofegante do personagem e o excelente som emanado pelos espíritos também são muito bons. Primoroso.

Finalizando

Pouquíssimas pessoas tiveram a chance de jogar esse ótimo game da From Software. Mas eu tenho certeza absoluta de que se você jogar não vai se arrepender. É um game que exige dedicação e nenhuma comparação com outros games do gênero. Beyond é pra ser curtido como um todo e de uma forma intensa. Para os fãs de games do gênero é imperdível pela temática diferenciada e principalmente pelo clima sombrio e insólito.

Após a E3 2008, muitas pessoas perderam completamente a fé que ainda tinham na maior companhia de video games do mundo. Acusado pelo casualismo, o Wii está sofrendo uma crise ditatorial pelas mãos da Nintendo. Isso, para alguns. Nós nos demos o luxo de apontar 10 motivos que compensam (ou não) a péssima conferência da Nintendo e o terrível ano de 2008.


10- As third Parties finalmente estão apoiando o Wii.

Antes do console ser lançado, ninguém apostava no seu sucesso. E eu falo sério. Até mesmo o mais Nintendista dos Nintendistas estava passando por um período do cão com o péssimo desempenho do Game Cube. As revistas apontavam o Playstation 3 como o melhor Video Game, e diziam que o Wii poderia ser ou a carta na manga da Nintendo, ou o inevitável fim da companhia. Se você fôsse o cabeça de uma produtora, você apostaria seus melhores projetos em um console desses? Pois é. E acontece que mesmo após o lançamento do console, a maioria das produtoras não se conteve com o controle imersivo, tentando buscar soluções inacreditáveis que acabavam sendo confusas e frustrantes. O tempo passou, as estações mudaram, o placar virou. O Wii é agora o console de mesa mais vendido dos três aspirantes a vencedor dessa geração. A Nintendo abriu portas para que todos que bem entendessem de jogos (e alguns que não entendem merda nenhuma) trazer sua mais nova criação para o Wii. 2006 foi fraco. 2007 era promissor. E já no meio de 2008, os gamers tinham um Zelda, um Mario, um Metroid, e um Smash bros. Mas os outros jogos ainda nem haviam dado notifícação de suas existêncas. A esperança era a E3. Ah, a E3... Sempre no coração dos players como o evento mais saudosista do ano... A E3 acabou. Todas as esperanças de um novo Zelda, ou Kid Icarus foram jogadas no poço pelo próprio Miyamoto e seu Wii Music. Ruim? Talvez. Poucos reparam que isso pode abrir as portas para que os jogos das Thirds realmente sejam comprados e utilizados com a mesma vasta escala que os da própria Nintendo. Dessa forma, as Thirds finalmente deixaram a incredibilidade no Wii de lado para produzir títulos que podem ou não se revelar trunfos no console. E, a Nintendo nunca deixou suas franquias de lado. Custa esperar?

09- Miyamoto ainda trabalha na Nintendo, e está vivo.

Star Fox, Zelda, Mario, F-Zero, e, originalmente, Donkey Kong, pertencem a Miyamoto. Esse ano, já tivemos o ar da graça de Wii Fit, també do gênio. E agora, temos Wii Music. Você pode encarar isso da forma positiva ou da negativa. Ao mesmo tempo que parece que o Guru deixou de lado seus mais amáveis projetos, pode também significar que ele quer voltar a ter participação significativa neles. A muito tempo Shigeru não trabalha em um projeto como costumava fazer no passado da Nintendo. E pense bem, se ele já está fazendo Wii Music, as possibilidades de que futuramente ele pode assumir o papel principal em Star Fox ou até mesmo revivendo Donkey Kong de uma forma da qual ninguém ao menos imagina são muito grandes, mas não podemos querer que ele faça tudo de uma vez, certo? Além disso, ele sempre se dá ao luxo de produzir ao menos uma sequência para alguma série no mesmo console. Dois Zeldas no N64, Dois Pikmins no Game Cube. Isso significa que não apenas teremos mais algum jogo dessas franquias no Wii, mas provavelmente teremos alguma com sua continuação no console da Nintendo. E além do mais, ele nos disse que a leva inicial de títulos do Wii seria casual, iniciadas com Wii Play, para mais tarde dar lugar a títulos Hardcore da companhia. E lembre-se, ele deve ter idéias novas em breve. Idéias mais criativas que os brinquedinhos milagrosos que ele anda produzindo ultimamente. E se ele não tiver essas idéias, nós podemos aproveitar o fato dele estar vivo para culpa-lo pela ruína da Nintendo.

08- Você provavelmente se esqueceu, mas o Wii tem jogos bons, e você NÃO jogou todos.

Elebits e Twilight Princess em 2006, Guitar Hero 3, Metroid Prime 3, Zack & Wiki, Super Mario Galaxy e Super Paper Mario em 2007, Super Smash Bros. Brawl, No More Heroes em 2008 são todos títulos únicos. Isso sem contar o port Resident Evil 4 e Okami, Bully, e Rock Band. Você jogou todos? Se não jogou, sempre tem os outros. E se jogou, já não acha que o seu console te proporcionou muita coisa com menos de 2 anos de vida? Qual é, veja as coisas pelo lado positivo. Ainda existem almas penadas que jogam Mario Kart Wii e Super Smash bros. Brawl todo dia, então do que vocês reclamam? Claro, o 360 tem Halo 3, Call of duty 4, Bioshock, Oblivion e Mass Effect, mas nenhum desses títulos são exclusivos. Ao mesmo tempo estão ou no PC, ou no PS3. Dentre todos que eu citei no início, com a única exceção de GH3, todos são títulos do Wii. Todos representam a boa vontade em produzir para um console que sempre leva a crítica dos asssim-chamados "Next-gen-gamers". E isso sem contar que até mesmo os Ports sofrem lavagem cerebral na jogabilidade e podem ser completamente reaprendidos ao jogar no Wii. A sensação é de quem jogou muito Guitar Hero, viciou, conseguiu recordes absurdos no Dual Shock, mas ao jogar na Guitarra terá que aprender tudo denovo. Não é uma coisa ruim. Com certeza, a falta de AAAs no Wii é desanimadora, mas se lembre que o Wii também é o console mais barato de todos, e é o mais simples quando o assunto é pirataria. Se você paga 10 reais por jogo, e ainda usa e abusa dos controles do Wii para qualquer jogo, não vejo motivos para reclamar. E se lembre, seu Wii roda perfeitamente todos os títulos do Game cube, e você não jogou todos. NÃO jogou.

07- Se você tem dinheiro, pode jogar coisas novas toda semana.

Se você é um cara sortudo como o da foto acima, pode usufluir de títulos novos para o Wii, para o Wii Ware, para o Virtual Console, e até mesmo a retrocompatibilidade do Game Cube. Faça as contas. Um jogo novo de Wii no Brasil sai de 100 a 200 reais, se você não optar pela pirataria. Um jogo de Game Cube atinge de 30 a 120 reais. Um jogo de Wii ware varia entre uma média de 1000 Wii points, 10 dólares. E o Virtual console varia ente 500 e 1000 Wii points. Se você tem 500 reais disponíveis toda semana, você pode comprar:
1- Zack e Wiki: Quest for Barbaros Treasure- 140 reais
2- Metroid Prime para o Game Cube- 90 reais
3- Até 6 jogos de Wii Ware, da sua escolha- 60 dólares
4- Dois lançamentos do Virtual console- 1000 Wii Poitns a 2000 juntos.- 20 dólares
Você vai gastar tempo o suficiente terminando esses jogos até chegar a próxima semana, aonde você pode gastar mais e fazer mais combinações úteis. Apesar de ser a mais pura contradição ao HD fraquinho do Wii, pense em quantos jogos você pode ter no seu console. Aliás, esse é o único e melhor jeito de aproveitar o motivo abaixo caso você não possua outros consoles da Big N ou não queria usar Emulador.

06- Nintendo vs você!!!

A Nintendo te odeia. Isso é um fato. Só para recordar, você terminou BattleToads sem Game genie? Fez 100% em Super Metroid? É um mestre Pokemon com todos os pokemons disponíveis em todos os jogos da série? Fez tudo o que tinha para fazer em todos os Zeldas? Terminou os 6 primeiros Final Fantasies com todas as armas/espers/etc disponíveis? Achou as 96 saídas de Mario World? Pois é meu caro, ainda dá tempo de fazer tudo isso. Comece dominando o Dropping combo em Tetris attack, depois você pode capturar todos os Pokemons, e quem sabe não aproveita e joga Mother 3 até o fim? Afinal, qual jeito melhor para não abrir mão da Nintendo do que conhecendo um pouco mais sobre ela... Aliás, Super Metroid tem a marca de jogo mais Speedrunizado de todos os tempos. Segundo minhas fontes, ano passado o recorde mundial de menor tempo foi batido 4 vezes. Uma hora o tempo não pode abaixar mais, então que tal ser você o dono da façanha?

05- O Wii pode abrir caminho para jogos impossíveis.

Encare os fatos: nenhum outro console é tão benéfico quanto o Wii. Se você quer treinar um pouco de luta, pode se aproveitar do console; se você quer emagrecer, cantar, dirigir, pescar, matar, pode se aproveitar do console. Claro, o controle do Wii ainda não está lá essas coisas. Mas futuramente, vamos ver idéias muito mais óbvias brotarem da cabeça de todas as produtoras. Jogos complexos demais para consoles podem estreiar no Wii. O simples controle dos personagens podem ser executados com apenas um movimento, abrindo caminho para jogos considerados teóricamente abiciosos demais nos consoles concorrentes. E queira ou não, o Wii Ware, e até mesmo os jogos normais do console podem apresentar idéias reveladoras. Lembra-se de Alien Hominid? O jogo inicialmente era uma produção em Flash do site Newgrounds, e acabou se tornando um projeto independente do qual eu joguei no meu Game Cube. É uma situação complicada, pois trata-se de algo que pode ou não acontecer. E companhias pouco ambiciosas podem enriquecer com o Wii, mostrando que são capazes de se destacar dentre as demais. E eu não me espantaria se a Nintendo reagisse a Little Big Planet com algum tipo de canal aonde os gamers podem construir seus jogos. Resumindo, nessa geração, a Nintendo é uma oportunidade para todos os lados da indústria gamística.

04- Braid.

Braid foi lançado na XBLA há pouco tempo atrás. O título foi considerado bom o suficiente para ter praticamente a mesma rating de BioShock no MetaCritic. O que Braid tem a ver com a Nintendo? Prova que jogos para Download realmente podem ser muito bons. Os gráficos incríveis, a trilha sonora, e a jogabilidade, provam que o Wii Ware pode muito bem dar uma melhora para seguir a concorrência. E se isso significar, podemos ter um Super Mario Bros. 4, um novo Zelda 2D ou até mesmo remakes de jogos do SNES. Falta ambição. O Wii Ware deve ser encarado assim como o Wii ou o DS, como um plataforma, e não como um complemento. Os jogos do Virtual Console são velhos conhecidos nossos, então, o único jeito de gastar nosso precioso dinheiro com Wii Points vem da idéia central do Wii Ware. Claro, nem todo mundo ficou contente com Mega Man 9, mas quantas pessoas não baixariam um Donkey Kong Country 4 se esse existisse no Wii Ware? As franquias da Nintendo poderiam dar um excelente apoio. Um novo Metroid 2D, um Remake de ActRaiser, por quê não? Se fizeram a budega, é bom cuidar bem.

3- O Wii Motion Plus pode ser um grade trunfo

Movimentos 1:1 é o sonho de qualquer pessoa que tenha em mente um jogo de espadas, por exemplo. A mais nova peripécia da Nintendo com certeza não foi apenas desenhada para se utilizar com o lixo virtual conhecido por Wii Sports Resort. E quando as produtoras dominarem muito bem o acessório, podem abrir mão dos gráficos para provarem o que elas sabem fazer de melhor, que sepre foi exclusivamente a diversão. Os movimentos poderiam impulsionar a Capcom a produzir um Devil May Cry para o Wii, ou até mesmo a Bethesda a produzir um Elder Scrolls. Sem dúvida, todos os que se consideram Game Designers ávidos vão tentar a sorte em produzir algo que se destaque entre os demais. E além de tudo, o fato do Wii ter sido produzido com os gráficos semelhantes a um last-gen pode causar uma briga entre as developers para descobrir quem consegue produzir o jogo mais bonito. Pense bem, estamos em 2008, o Wii ainda tem no mínimo 4 anos pela frente. Será que ele alcançou o limite? Eu acho que não.

02- Zelda & Metroid

Não estamos falano do Wii ou do DS exclusivamente aqui. Mas a franquia Zelda e a franquia Metroid ainda não morreram. Pensar em como o Zelda a próxima geração vai se parecer, ou em aonde o próximo Metroid vai tomar lugar é muito animador. Pense em como todos os itens anteriores podem afetar a vida desses jogos. Até mesmo o Wii Ware pode ser usado como laboratório para evoluir conceitos sobre essas franquias. E seja sincero, imaginar um Ocarina of time refeito com gráficos da próxima geração (depois do Wii, 360 e PS3), dá arrepios em qualquer um. Isso sem contar que os horizontes devem aumentar muito até lá. Se lembre que Ocarina saiu em 98, e esse ano comemora 10 anos de seu nascimento. Será que a Nintendo vai deixar passar batido?

01- O DS é um monstro.
Se o Wii não te agrada com a sua intensa opção de Games casuais, você com certeza não pode dizer o mesmo do pequeno monstro da Nintendo. Saindo em 2004, ele é responsável por inúmeros jogos excelentes. Em 2004, Super Mario 64 DS. Em 2005, Mario Kart DS, Nintendogs, Castlevania. Em 2006, Metroid Prime Hunters, New Super Mario Bros., Elite Beat Agents. Em 2007, Zelda. Não para por aí. O DS tem uma quantidade invejável de títulos bons. Mas o que faz o console tão bom, é que ele tem todos os tipos de jogos bons. Musicais, plataforma, ação, até os Fps estão ganhando Moon esse ano. O Ds tem o jogo ideal para você, seja lá quem você é. Em 2008, você pode jogar um bom lançamento quase toda semana, e sempre pode atualizar sua coleção com os mais novos lançamentos. Só em 2008, temos AAA's suficientes para dar inveja a qualquer um. E se você não está satisfeito com isso, lembre-se de que Chrono Trigger DS aparece no fim do ano, e que um Ocarina DS é inevitável.

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Em entrevista ao Eurogamer, representantes da canadense Bioware deram uma declaração no mínimo interessante. Disseram não ver problema na adaptação das séries mais famosas da produtora. Segundo eles, é possível, e mais que isso, provável que o DS receba versões de Jade Empire, Mass Effect e do recém anunciado Dragon Age Origins. Vale lembrar que os rumores de um Mass Effect para o DS são velhos já. Sem dúvida alguma seriam games que prometem muito se levarmos em conta o talento da Bioware e principalmente a capacidade do Ds. Estamos de olho.

Semana pouco variada e sem grandes novidades para nós gamers. Com excessão de Grid que chega ao DS, nenhum outro game é ao menos palatável. Confira:

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PC

. Murder in the Abbey

DS

. Grid
. Little League World Series
. Professor Brainium
. Puzzler Collection
. Quick Yoga Training
. Rock Blast
. The Cheetah Girls: Passport to Stardom

PlayStation 2

. B-Boy
. Hannah Montana: Spotlight World Tour

PlayStation 3

. Monster Madness: Grave Danger

Wii

. Little League World Series

Mesmo com nove dos dez games mais vendidos na Inglaterra, os consoles da Nintendo não foram páreo para o excelente resultado de Soulcalibur IV por lá. Com vendas acima das expectativas, o game de luta da NamcoBandai assumiu a ponta e tirou da primeira posição Wii Fit, que liderava desde junho. Veja o Top 10:

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1) SoulCalibur IV – Ubisoft/Namco Bandai
2) Wii Fit – Nintendo
3) Mario Kart – Nintendo
4) Wall-E – THQ
5) Big Beach Sports – THQ
6) Guitar Hero: On Tour – Activision
7) Wii Play – Nintendo
8 ) Mario & Sonic At The Olympic Games – Sega
9) Dr. Kawashima’s Brain Training – Nintendo
10) Lego Indiana Jones – Activision



A geração passada iniciada com o Playstation 2 em 2000, talvez tenha sido a melhor de todas. Além de uma grande quantidade de games de alto nivel, forneceu incontáveis momentos que estão na nossa memória até hoje. A partir deste domingo e durante todas as próximas semanas mostraremos quais games dessa geração ficarão na história. Esse top 100 foi elaborado com muito cuidado para que você possa recordar... Chega de mais delongas e fique com a primeira parte dos "Melhores games da geração passada - PS2/ XB/ GC)


Em seu momento de pico, a Capcom estava produzindo sucesso atrás de sucesso. Em 2005, com Resident Evil 4, Killer 7 e Viewtiful Joe 2, os jogadores estavam completamente satisfeitos. Talvez satisfeitos o suficiente para se esquecer de Darkwatch. Como Jericho Chross, um cowboy assaltante de trens, você deve batalhar contra a horda de inimigos enquanto decide se vai ser bom ou ruim em sua jogabilidade. Com elementos populares de Halo e TimeSplitters, Darckwatch ganha destaque pelo cenário. Com certeza já vimos vários FPS de Guerra, mas essa foi a primeira vez que fomos apresentados a um que mistura criaturas da noite em ambientes faroestianos no melhor estilo Gun. Além do faroeste, batalhamos contra os safados na neve, nas montanhas, e em planices enquanto cavalgamos no nosso amado cavalo. O ruim? Tudo é muito linear. E o Multyplayer é feito de uma forma tão errada, que é melhor desconsiderar que ele existe. Com certeza um jogo bom, dividido entre altos e baixos e que realmente parece BioShock nos controles, sem os elementos de RPG e em uma escala menor e menos épica que o grande título do ano passado.


Todo mundo sabe que Miyamoto é um gênio. E Pikmin, game que saiu em dezembro de 2001 para o GameCube só reforça essa tese. Seu planejamento se deu da forma que só um gênio conseguiria: observando seu jardim, Miyamoto viu que pequenos insetos trabalhavam em meio a variedade de objetos diferentes, seguindo suas rotas e cumprindo suas tarefas. Foi com essa visão que ele teve a idéia de fazer um game onde o jogador controla-se hordas de pequenas criaturas para realizar feitos maiores. Assim surgiu Pikmin que eu orgulhosamente apresento pra quem não conhece e relembro com quem teve uma das melhores sensações do mundo ao jogar essa verdadeira obra-prima: É um game fabuloso, rico, divertido e muito criativo. Sua duração é o grande empecilho no seu conjunto, mas nada que desmereça muito o game. É um grande exemplo de excelência no design e inovação. Pikmin é um clássico do GameCube e merece ser apreciado em toda sua plenitude.



Embora se pareça muito com o filme Gladiador, Gladius consegue ser único em tudo que faz. O título de Game Cube, Xbox, e Playstation 2, mistura criaturas de fantasia com os pobres guerreiros encontrados em Roma no seu período de glória. Muito parecido com Final Fanasy Tactics ou Disgaea: Hour of Darkness, Gladius é um game que nunca deixa de ser desafiante.Você começa com seus guerreiros no nível mínimo, e pode subir até o máximo, ganhando armaduras novas, habilidades, e golpes, principalmente. Embora com o tempo as batalhas possam parecer completamente iguais, é sempre divertido colocar seus guerreiros a prova explorando o máximo de cada um deles. Se na minha opinião Final Fantasy Tactics é um dos jogos mais viciantes de todos os tempos, Gladius não é diferente. A falta de variedade logo é sentida, mas a história e o carisma de certos personagens conseguem ultrapassar essa experiência por milhas de distância. Provavelmente o pior que pode ser dito de Gladius é que ele acaba.Você com certeza vai aproveitar sua primeira aventura ao máximo, brincando com tudo que o game te dá a oportunidade de usar. Mas após terminá-lo, você raramente terá a vontade de tirá-lo da gaveta para dar ao ótimo RPG mais uma chance. Mas convenhamos, qualquer RPG que não começa com a história baseada em um reino encantado já é uma grande ousadia para o gênero, mas um pouquinho mais de Replay não.





Jogabilidade com dois personagens simultaneamente é sempre difícil de dar certo. Existem mais exemplos de games que se perderam nessa fórmula do que exemplos de games que deram certo. Esse não é o caso de Up Your Arsenal. Com um visual deslumbrante, sem dúvida um dos melhores do Playstation 2 e uma dupla de personagens cativantes e bem construída fazem desse um dos grandes games do gênero na geração passada. Apesar de focar mais na ação e nos tiroteios do que na exploração, é mesmo assim divertido e prazeroso de experimentar. A experiência pode parecer um pouco ousada demais pela grandiosidade em cada aspecto e na complexidade das fases, mas no fim o conjunto compensa. Vale a pena ser jogador por qualquer gamer que se preze.



Quem gosta de RPG estratégico sabe que se o game não for bem variado e oferecer novidades acaba se tornando muito repetitivo com o tempo. Disgaea felizmente não é um exemplo disso. Variado até dizer chega, bem-humorado e meticulosamente construído, Disgaea conquistou todo mundo com seu enredo bem trabalhado, jogabilidade típica e um design de personagens fabulosos. Grande no tamanho e na complexidade agradou em cheio quem gosta de bons games do gênero e não se importa muito com o visual simples mas cativante. Apesar da trilha sonora não ser lá muito boa, Hour of Darkness merece estar no nosso top 100 por ser um dos únicos games tipicamente orientais que deram certo no ocidente. E também por ser um game quase sem defeitos.




Entre erros e acertos, a Midway conseguiu produzir um bom jogo de ação. Lançado em 9 de março de 2004 mundialmente, The Suffering trouxe teorias deixadas para trás em muitos games e tornou-as conceito principal da história. O conceito de Resident Evil que nos fazia reservar arma e procurar por chaves para encarar os conceitos metroidianos de Backtracking aqui dá lugar a uma experiência muito mais linear, que torna the Suffering um misto de Survival Horrors como Silent Hill e rail shooters como House of the Dead. Mas não se engane. Embora se passe em um cenário de cada vez, The Suffering consegue ser competente na maioria deles. O susto pela falta de luz e inimigos que correm mais rápido que o diabo formam um ambiente tão sinistro quanto alguns games não conseguem nem sonhar em ter. Com certeza, com um sistema de gameplay um pouco melhor, mais armas, e um design que aproveitasse mais do jogo o fariam tão bom quanto alguns dos games das séries de survival horror da Capcom e da Konami. E a ambientação e o medo mais que argumentam pela colocação de número 95 em nossa contagem.



Se você pensar em 10 games que são completamente únicos, Bully com certeza pode estrelar a sua lista. Um game completamente inovador, misturando os conceitos de GTA com uma escola completamente problemática conhecida como Bullsworth Academy. Assim como GTA, você pode fazer o que bem entender, mas diferente do título-mestre da Rockstar North, seus feitos realmente refletem no que as outras pessoas pensam de você. As missões são realmente fantásticas, e envolvem desde se aproximar de pessoas diferentes para conseguir seu objetivo, até tirar foto do banheiro das meninas, por exemplo. Apenas troque sua arma por um Stilingue, centenas de carros que podem ser roubados pela bicicleta do seu colega Nerd e Libert City por uma escola e seus arredores, e você tem um dos melhores games da geração passada. E é assim que acaba: sendo algo único, um game que é completamente diferente dos outros e que quando acaba deixa aquele gostinho de quero mais que nos faz esperar pelo próximo jogo de Jimmy. Quem sabe não avançamos para uma faculdade?




A importância que Gran Turismo exerceu sobre o Playstation é evidente. Tanto que a Microsoft não esperou muito tempo e se encarregou de fazer o seu para o X-box. Muito parecido na fórmula e na execução, Forza acabou sendo em muitos pontos melhor que a inspiração. Apresentando um visual riquíssimo, uma trilha sonora boa, sensação de velocidade estupenda e uma jogabilidade balanceada e ao mesmo tempo agradável sem ser exigente demais, Forza supera Gran Turismo. Se levarmos em consideração o modo online aí sim temos uma verdadeira lavada. Embora a quantidade de carros seja muito inferior, Forza pode ser considerado um raro exemplo de game que imita e no fim acaba no fim se equivalendo. Sua continuação é mais grandiosa, mas perdeu um pouco o charme e não trouxe muitas novidades.




Considerado por muitos o melhor game de corrida (não me incluo nesse muitos), Gran Turismo 4 trouxe para a pista 650 carros das mais diversas marcas. Com a mesma jogabilidade encontrada nos antigos games da franquia, Gran Turismo 4 é um óbvio upgrade em termos técnicos, já que os gráficos são um dos melhores do console e um padrão a ser seguido pelos outros jogos da franquia, com carros e acessórios disponíveis e detalhados. O melhor de Gran Turismo 4 é realmente esse exagero na quantidade de carros. Simples assim: para liberar todos, você vai ter que ir em todos os desafios do jogo, e repeti-los de novo, e ir com outro carro, e ir com outro carro duas vezes, e tudo mais que se pode imaginar. Repetitivo assim. Mas que é bom, isso é!




Desde os primeiros filmes de terror onde os espíritos eram protagonistas, e assim podemos citar O exorcista como exemplo máximo, o cinema não via uma revolução como a que recentemente os filmes japoneses tem causado no gênero. E isso é nítido até mesmo nos videogames. Fatal Frame bebe dessa fonte: possui diálogos ásperos, uma trama simplesmente perturbadora, inimigos invisíveis e superiores, profusão ao medo e um personagens fenomenais. O grande trunfo de FF foi pegar medos comuns dos japoneses e adiciona-los em uma atmosfera completamente assustadora. Adicione uma jogabilidade onde você tem pouco controle nas situações e um som apavorante e você terá idéia do quão assustador ele é. Talvez um empenho maior nos controles o tornasse um game acima do bem e do mal, mas seus pequenos defeitos nem de perto atrapalham a experiência que o jogo proporciona.

Em 2000 qundo todo mundo já esperava o sucessor do Nintendo 64, Miyamoto disse que estava desenvolvendo um novo game ainda para o ultrapassado N64. Mestre Miya disse que o ponto central do novo projeto seria a comunicação. Quase um ano depois apareceram as primeiras imagens do tal jogo, o que fez com que muitas pessoas perguntassem se o mestre tinha enlouquecido. O visual mostrava um game com traços infantis, muita cor e personagens fofinhos que em nada combinavam com um game onde o foco era a comunicação e a interação, pelo menos a primeira vista. Animal Forest, como foi chamado, acabou saindo para o Nintendo 64 no Japão e rapidamente tornou-se um sucesso. Mesmo tendo saído no pior momento do console por lá, vendeu 260 mil unidades, muito mais do que a Nintendo esperava.

Pouco mais de uma ano depois, o game ganhava uma continuação para o GameCube, que nem bem era um título novo, era mais um “director´s cut” do título lançado para a Nintendo 64. O nome americano mudou para Animal Crossing e contrariando o que muita gente poderia pensar, AC conseguiu quebrar a barreira do preconceito contra seus gráficos e se tornar uns dos melhores games do GameCube e um dos projetos mais brilhantes de Miyamoto. Crossing é um game que bebe da fonte da célebre frase: quem não se comunica, se trumbica!

Animal Crossing Animal Crossing

Uma segunda vida

A coisa mais fantástica em Crossing é que há milhares de coisas para se fazer a todo momento. Logo no início você já deve fazer umas pequenas escolhas que serão bem importantes (como o nome, sexo, cor favorita, etc... do seu personagem). Logo depois, você deve acertar a hora do relógio interno. Esse talvez seja o ponto fundamental de Animal Crossing: é o relógio que determina quando as coisas acontecem. Por exemplo, a missa acontece pela manhã, um inseto raro só aparece durante certa parte da noite ou um certo personagem só aceita conversar a tarde. Para participar do acontecimento você deve estar lá no local, hora e data estipulado, que serão exatamente iguais aos do mundo real! Se perder a hora, já era.

As estações do ano também possuem um papel importantíssimo no sistema do game. Elas também seguem o padrão do mundo real e adicionam características particulares no ambiente. Crossing cativou muita gente graças ao seu poder de customização. O número de itens presente é impressionante. E eles vão desde utensílios para serem usados em atividades até móveis para adornar sua casa. Juntando tudo isso aos minigames de pesca, fazer compras, caçar insetos, trabalhar e jogar clássicos do NES, torna o game praticamente infinito.

Aliás, os clássicos do NES presentes são um adicional muito gratificante para o jogador. Estão disponíveis: Pinball, Golf, Balloon Fight, Tennis, Baseball, Donkey Kong, Donkey Kong 3, Wario Woods, Donkey Kong Jr., Soccer, Excitebike, CluCluLand, CluCluLand D e Punch Out!!. Todos são clássicos absolutos e valem uma jogada.

Animal CrossingAnimal Crossing

Conectando e criando

O processo e as possibilidades de criação são muitas no game. Você pode criar suas roupas e dar a cara que quiser ao seu personagem. E isso é muito importante para o segundo trunfo do game: as possibilidades de conectar os diversos saves. Quatro jogadores diferentes podem criar uma casa em uma mesma aldeia e interagir entre si. Mas se você preferir pode dar uma voltinha no vilarejo de seu amigo e permitir que ele visite a sua e interaja com os personagens e até mesmo ceder itens pra você.

O game também tem suporte a conexão com o Game Boy Advance, onde o jogador pode acessar áreas inéditas e suporte ao E-reader, o leitor de códigos de barras que oferece itens e personagens diferentes. Infelizmente, somente as versões japonesa e australiana oferecem esse tipo de suporte.

Recepção da crítica e do público

Animal Crossing superou todas as expectativas, até mesmo da Nintendo. Ao todo foram vendidas mais de 5 milhões de unidades no mundo todo. Nem em seus maiores sonhos a Nintendo esperava que o game fizesse tanto sucesso. O canal americano G4 XPlay, chegou a eleger o game o 7º melhor game do GameCube. Nos reviews, mais elogios: a revista americana EGM fez um review especial e deu as notas 9/ 9,5 /9 – destacando a grandiosidade e o carisma do game. As demais avaliações ficaram nesse nível, entre 8 e 9 com alguns poucos veículos não apreciando a magnífica experiência que o game proporciona.

Finalizando

Animal Crossing exige muita dedicação. Quem estiver disposto a dar a ele a atenção que merece não vai se arrepender. É um game maravilhoso, completo e complexo, cheio de desafio e de diversão. Tem carisma de sobra e me arrisco a dizer que é o verdadeiro Second Life. Vale dar uma olhada enquento City Folk não chega. Grandioso e interminável. Assim é Animal Crossing.


Imagem do evento que continua amanhã


Terminou por volta das oito da manhã o primeiro dia do evento que a SquareEnix realiza no Japão. E nela, novos detalhes dos mais aguardados games da produtora foram mostrados. E também algumas novidades entre elas a principal: Parasite Eve: The Third Birthday que anteriormente chegaria apenas a celulares, chegará também para PSP.


O curto trailer apresentado no evento mostra que Aya Brea ainda será a protagonista. O início do vídeo mostrava cenas dos antigos games da série fechando com um casamento onde supostamente Aya era a noiva, mas a cerimônia era interrompida por um monstro que chegava até o local. Aya então saca sua pistola, destrói o monstro e sangue jorra. Assim o trailer termina curto e infelizmente sem mais nenhuma novidade. Assim que tivermos o trailer postaremos aqui pra vocês.

Outros detalhes importantes divulgados são as datas de lançamento dos novos Kingdom Hearts e Final Fantasy. Confira a lista:

Parasite Eve: The Third Anniversary (PSP/ Cel) - Data indefinida
Kingdom Hearts Birth By Sleep (PSP) - 2009
Kingdom Hearts 358/2 Days (DS) - Inverno de 2008
Kingdom Hearts Coded (Cel) - Inverno de 2008
Dissidia Final Fantasy (PSP) - Dezembro
Final Fantasy XIII (PS3, X360) - 2009
Final Fantasy Agito XIII (PSP) - Data indefinida
Final Fantasy Versus XIII (PS3) - Data indefinida
Final Fantasy Advent Children Complete (Vídeo) - Março de 2009


Assim que possível traremos previews dos games apresentados, bem como vídeos e imagens.... Aguarde!

Em uma avaliação polêmica, e até mesmo questionável, o blog Destructoid avaliou em primeira mão o game do designer Luc Bernard para WiiWare. Eternity´s Child era uma das grandes promessas para o serviço da Nintendo esse ano, mas pelo jeito deve fracassar. O game foi avaliado por duas pessoas diferentes que simplesmente detonaram todos os aspéctos desde visual até a jogabilidade. Confira um trecho abaixo que mostra bem o que eles acharam do game:


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To summarize: the graphics are bad, the story is irrelevant, the level design is horrendous, the shooting is sloppy and the platforming mechanics are even worse. Yeah, there’s a level editor, but saying the level editor makes the game better is like giving someone a crudely-drawn picture of a penis along with a pencil, and saying the pencil makes the picture itself better because you could hypothetically improve it.